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Nova edição das 7 Maravilhas quer escolher os melhores doces de Portugal

Qual é o melhor doce de Portugal? Um bolo, um doce de Natal, uma mousse? A 8ª edição deste concurso nacional já arrancou para homenagear a doçaria portuguesa. As candidaturas estão abertas até 7 de março e a grande final será a 7 de setembro, numa gala a ser transmitida pela RTP. Existem sete categorias de doces a concurso… e todos os doceiros podem participar.

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Aquele doce que a avó fazia, aquele pastel que se criou em conventos, aquela iguaria da terra que só se come no Natal… Portugal é rico em doçaria e esse é o tema da edição de 2019 do concurso 7 Maravilhas à Mesa, que pretende, desde 2007, ressaltar o património gastronómico português. Veja alguns exemplos da doçaria nacional na galeria acima.

 

Todos os interessados, particulares ou empresas, podem participar neste concurso nacional, que tem as candidaturas abertas até ao dia 7 de março e cuja final será transmitida pela RTP numa gala a acontecer no dia 7 de setembro de 2019, apresentada por Catarina Furtado e José Carlos Malato.

 

Mas, antes disso, vão decorrer votações por um painel de especialistas dos melhores doces em cada um dos 18 distritos e 2 regiões autónomas, num total que pode atingir os 140 doces, que serão posteriormente avaliados pelo público. A lista dos 7 candidatos por distrito é tornada pública a 7 de abril de 2019. Em julho e agosto serão as eliminatórias regionais. «A nossa iniciativa faz a defesa dos grandes valores da identidade nacional. Não há zona do país que não tenha a sua doçaria que só se come ali. Queremos chegar a fim e ter uma votação que reflete o quer os portugueses mais gostam», explicou Luis Segadães, presidente das 7 Maravilhas, na apresentação que decorreu ontem na Escola de Hotelaria e Turismo de Lisboa.

 

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Também presente na apresentação, o secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural, Miguel Freitas, disse que «este é um grande programa de serviço público. Leva a RTP a todos os cantos do país. É um programa de divulgação de Portugal, de território, vamos a todas as captais de distrito».

 

Os doces candidatos às 7 Maravilhas Doces de Portugal são organizados a partir de sete categorias, que traduzem a tradição doceira em Portugal, bem como a capacidade de inovação, desde que associada à utilização de produtos endógenos.

 

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As sete categorias de doces a concurso são:

Doces de território – são todos os que nos remetem para uma origem geográfica específica sendo que é inseparável a identidade do doce ao local onde surgiu. Exemplo: Pastel de Tentúgal, doces de amêndoa do Algarve, Pão-de-ló de Ovar, etc..

 

Bolos de pastelaria – são todos os doces de fabrico próprio consumidos em pastelarias, cafés, confeitarias, padarias ou similares. Aqui incluem-se todos os bolos de pastelaria comuns, desde que não sejam de origem festiva. Exemplo: pastel de nata, mil folhas, palmier, bolos de arroz, queques, pastéis de feijão, ferraduras, etc.

 

Doces de colher e doce à fatia – são aqueles que pelo seu tamanho e/ou consistência devem ser consumidos com auxílio de colher e/ou cortados em fatias ou pedaços. Exemplos: arrozes, mousses, pudins, aletrias, sopas doces, sopas douradas, leite creme, toucinho do céu, gelados ou similares, bolos, tartes, tortas, etc.

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